Um polvo de amor

Você já ouviu falar em “Um Polvo de Amor”? É um projeto que surgiu na Dinamarca em 2013 e consiste em levar polvos feitos de crochê para recém-nascidos prematuros que precisam de incubadora, com o objetivo de acalmar os bebês. No Hospital Infantil, o Polvo de Amor é distribuído não apenas para os pacientes da UTI Neonatal, mas para todos os pacientes internados. Mais de mil polvos já foram entregues às crianças do hospital.

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Desde o ano passado, um grupo de 40 voluntárias produzem os polvos de crochê. Uma vez por mês, é realizado um encontro para reunir todos os polvos produzidos e distribuir os materiais, provindos de doação, para a produção de mais peças. Para a voluntária Íris Bomkowski, é gratificante fazer parte deste projeto. “Eu fico feliz porque vejo a felicidade das crianças ao receber o novo amiguinho”, declara. O paciente Iago Francisco de Moura, 3 anos, ficou tão contente com seu Polvo de Amor que até deu um nome ao bichinho que passou a se chamar Feibe.

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Para confeccionar os polvos é preciso ter alguns cuidados especiais como, por exemplo, o tamanho dos tentáculos e da cabeça do polvo tem que ser padronizado, os materiais utilizados são específicos para não causar alergia, os olhos e boca precisam ser bordados, já que não pode ter botões ou miçangas. Para garantir a segurança dos pacientes que recebem os polvos, todos passam por um controle de qualidade e são utilizados somente os que estão no padrão.

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Corações solidários (7)

A Rádio Jovem Pan de Joinville, em parceria com a Círculo S/A, realizou uma aula gratuita para 30 pessoas com o intuito de confeccionar perucas de crochês com a professora Bruna Szpisjak, do canal Aprendiz de Crocheteiras. A ação fez parte da Rede Solidária, ação do McDia Feliz 2018 em Joinville. Nesta semana, as perucas foram distribuídas para os pacientes do setor de Oncologia com a participação de funcionários da rádio que além de entregar o presente, interagiram e brincaram com as crianças.

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Banda Menos Um

Levar alegria através da música é um dos objetivos da Banda Menos Um, que desde fevereiro, faz trabalho voluntário no Hospital Infantil. De quarto em quarto, ao som de violão e trompete, os integrantes da banda abrem o sorriso e soltam a voz para animar as crianças internadas e seus acompanhantes.

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A banda foi formada há 11 anos e, desde 2014, realiza projetos sociais com crianças. No Hospital Infantil, a banda começou a atuar após participar do projeto Somos Gratidão que beneficiou a instituição com recursos da venda de um CD que reuniu artistas de Joinville e região. Para Michel Platini de Avila, integrante da banda, o trabalho voluntário transformou seu jeito de ver a vida. “Eu me tornei uma pessoa melhor quando comecei a fazer trabalhos sociais e o Hospital Infantil me ajudou ainda mais a valorizar as coisas mais importantes da vida”, revela.

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E para quem está curioso para saber o que significa Menos Um, Michel conta que surgiu a partir de uma passagem bíblica. “A gente parte da ideia de que nas dificuldades da vida muitos podem te abandonar, menos um que é Deus”, esclarece.

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Corações solidários (6)

Um trabalho escolar envolvendo alunos do oitavo ano do Colégio Bom Jesus beneficiou os pacientes da Oncologia do Hospital Infantil. A proposta de Adriana Peters, professora de Filosofia, foi a elaboração de um projeto com o tema #escolhaagentileza. A gentileza escolhida por uma das equipes composta por quatro alunos foi confeccionar perucas de lã com temas relacionados a personagens infantis. “O resultado foi visível aos olhos, tanto para os nossos alunos que ficaram sensibilizados, como para as crianças que ficaram felizes ao receber o presente”, conta a professora. O intermédio entre a escola e o hospital foi feito pela Dra. Simone Mueller, dermatologista na instituição, que também auxiliou no projeto dos estudantes.

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Melhorias na sala de Ações Sociais

O setor de Ações Sociais do Hospital Infantil é responsável por toda a parte de doações e voluntariado da instituição. Um dos espaços mais importantes desse setor é a sala de Ações Sociais, onde são recebidos e armazenados todos os itens doados, além de ser um local onde é realizado o atendimento aos pacientes e acompanhantes que necessitam de doação.

Com o objetivo de oferecer um melhor acolhimento aos pais e doadores, foi elaborado um projeto de revitalização da sala de Ações Sociais. Para isso, o Hospital Infantil contou com o trabalho voluntário da arquiteta Christiane Maschio Romais que redesenhou a sala de acordo com as necessidades do setor. “Foi feito um projeto de baixo custo, com a reutilização de alguns móveis, e foi pensando num espaço colorido para que seja um local que transmita alegria e que as pessoas se inspirem em fazer o bem”, explica a arquiteta.

Além de novos móveis como armários, nichos e prateleiras para armazenar os materiais doados, de acordo com o projeto, a nova sala de Ações Sociais também vai contar com uma vitrine para expor os artesanatos produzidos por voluntários. Segundo a coordenadora de Ações Sociais da instituição, Quésia de Araújo Grellmann, com o projeto pronto, agora é o momento de contar com a ajuda de apoiadores para por em prática a revitalização. “Graças à doação da arquiteta Christiane que se dedicou de coração nesse trabalho, agora temos o projeto em mãos e contamos com o apoio da comunidade para a captação recursos”, reforça Quésia.

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Contação de Histórias

Era uma vez uma mulher que gostava de contar histórias. Sua paixão em narrar era tão grande que ela resolveu transformar esse sentimento em solidariedade. E foi assim que nasceu o projeto Contação de Histórias, que é realizado mensalmente com os pacientes internados no Hospital Infantil.

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De acordo com a voluntária Patrícia Rathunde Santos, a ideia nasceu há 9 anos, mas ganhou forma no começo deste ano. O projeto consiste em contar histórias bíblicas e infantis para as crianças com a ajuda de bonecos, livros ilustrados e encenações.

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Para Patrícia, utilizar seu hobby como instrumento de bondade é muito gratificante. “Nosso objetivo é fazer com que as crianças esqueçam um pouquinho que estão num ambiente hospitalar e fazê-los sorrir. Por isso vale muito a pena ser voluntário”, declara. Hoje Patrícia conta com mais duas voluntárias, mas o objetivo é aumentar o grupo para continuar alegrando as crianças com finais felizes.

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Como é bom ser criança! (3)

Mais uma vez, o Hospital Infantil contou com a ação de voluntários para fazer o Dia das Crianças mais feliz para os pacientes. Foram duas semanas de atividades, com visitas de personagens, dança, distribuição de presentes e muita diversão. “Nosso muito obrigada a cada um que ajudou a trazer alegria para as crianças, isso reforçou o compromisso da instituição de tratar o paciente como se fosse o nosso filho”, agradece Quésia de Araújo Grellmann, coordenadora de Ações Sociais do Hospital Infantil.

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