Contação de Histórias

Era uma vez uma mulher que gostava de contar histórias. Sua paixão em narrar era tão grande que ela resolveu transformar esse sentimento em solidariedade. E foi assim que nasceu o projeto Contação de Histórias, que é realizado mensalmente com os pacientes internados no Hospital Infantil.

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De acordo com a voluntária Patrícia Rathunde Santos, a ideia nasceu há 9 anos, mas ganhou forma no começo deste ano. O projeto consiste em contar histórias bíblicas e infantis para as crianças com a ajuda de bonecos, livros ilustrados e encenações.

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Para Patrícia, utilizar seu hobby como instrumento de bondade é muito gratificante. “Nosso objetivo é fazer com que as crianças esqueçam um pouquinho que estão num ambiente hospitalar e fazê-los sorrir. Por isso vale muito a pena ser voluntário”, declara. Hoje Patrícia conta com mais duas voluntárias, mas o objetivo é aumentar o grupo para continuar alegrando as crianças com finais felizes.

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Como é bom ser criança! (3)

Mais uma vez, o Hospital Infantil contou com a ação de voluntários para fazer o Dia das Crianças mais feliz para os pacientes. Foram duas semanas de atividades, com visitas de personagens, dança, distribuição de presentes e muita diversão. “Nosso muito obrigada a cada um que ajudou a trazer alegria para as crianças, isso reforçou o compromisso da instituição de tratar o paciente como se fosse o nosso filho”, agradece Quésia de Araújo Grellmann, coordenadora de Ações Sociais do Hospital Infantil.

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Como é bom ser criança! (2)

O Dia das Crianças é nesta semana e nada melhor que celebrar a data fazendo o que os pequenos mais gostam: brincar e sorrir. Para isso, o Hospital Infantil conta com a visita diária de grupos de voluntários. O paciente Pedro Henrique está internado há uma semana e recebeu a visita de vários grupos de voluntários. De acordo com a mãe, Loreci dos Santos Arnos, essas ações fazem diferença. “Depois das visitas, eu percebo que ele fica mais animado e mais feliz”, conta a mãe.

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Como é bom ser criança!

O Dia das Crianças é só no dia 12, mas o setor de Ações Sociais do Hospital Infantil preparou duas semanas de programação para os pacientes internados. Nesta primeira semana de comemoração, os pequenos puderam contar com atividades e visitas de diversos grupos de voluntários que distribuíram presentes e espalharam sorrisos pelos corredores do hospital. Além das visitas, as recepções do hospital foram decoradas com balões e personagens infantis, todos provenientes de doação.

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Palhaçoterapia

O ambiente hospitalar geralmente é visto como um lugar triste, que remete a situações difíceis. Pensando em amenizar a dor do paciente e acompanhante, toda sexta-feira o Hospital Infantil é invadido por palhaços que tem uma missão muito importante: levar alegria por onde passam, utilizando a arte de fazer sorrir.

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A Palhaçoterapia, um projeto de extensão da Univille, é um dos grupos de voluntários que atua há mais tempo no Hospital Infantil. Criado em 2004, o projeto foi idealizado por três acadêmicos de medicina motivados pela humanização do atendimento à saúde. Para fazer parte do grupo, os acadêmicos passam por treinamento com aulas de teatro, oficina de música e de balões, e discussões éticas no ambiente hospitalar.

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Hoje, cerca de 40 voluntários integram o grupo, todos acadêmicos da Univille. A arte de fazer sorrir não encanta apenas quem recebe a visita, mas também os próprios voluntários que aprendem a cada visita uma lição. “Eu acredito que todos os estudantes da área da saúde que participam do projeto acabam tendo um engrandecimento na humanização em relação ao nosso futuro profissional”, conclui a voluntária Júlia Pereira.

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Corações solidários (5)

Os pacientes internados no Hospital Infantil receberam a visita de colaboradores do Centro Brasileiro de Cursos (Cebrac). Os voluntários divertiram as crianças com jogos, pintura de desenhos, caricatura e pintura facial. Além disso, fizeram entrega de guloseimas e brinquedos feitos por alunos da escola. A ação faz parte do movimento Setembro Dourado, que visa a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil.

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Projeto Shirla

A autoestima elevada representa muito mais do que a satisfação com a beleza, ela também pode influenciar na saúde e na qualidade de vida de uma pessoa. Para quem está internado ou acompanhando um filho no hospital, por exemplo, receber um cuidado especial faz a diferença. É o que acontece mensalmente com as mães e pacientes do Hospital Infantil graças ao Projeto Shirla, realizado pelo Centro de Beleza Monic’s.

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O projeto surgiu há quatro anos, quando uma colaboradora do Hospital Infantil sugeriu para a cabelereira Noeli Inez Santos da Silveira para fazer ações com os pacientes internados e seus acompanhantes. A cabeleireira, que sempre quis trabalhar com crianças, viu então uma oportunidade de realizar um sonho e fazer bem ao próximo utilizando o seu dom de embelezar pessoas.

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Para Noeli, a cada visita no hospital é uma alegria por ver a satisfação de quem recebe seu gesto. “Eu cuido da beleza das mulheres, eu cuido da autoestima de pessoas e eu cuido da minha autoestima fazendo esse trabalho voluntário aqui do hospital. Ter esse momento com as crianças é gratificante demais”, conclui Noeli.

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