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Em 23 de novembro, foi celebrado o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil. Nesta data, agentes da Polícia Rodoviária Federal promovem ações de conscientização por todo o país. Em Joinville, os agentes da PRF e voluntários da Autopista Litoral Sul  levaram muita simpatia, informações e curiosidades para os pacientes. Na ocasião, as crianças receberam materiais informativos e uma bandana, além de ter contato com a moto usada pelos policiais que, por seu tamanho e robustez, despertou o interesse de todos.

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Dia de Doar

dia_doarHoje, 27 de novembro, é o Dia de Doar, uma campanha para promover a solidariedade e a cultura de doação no país. As instituições que participam desse movimento utilizam seus recursos e criam suas próprias estratégias para arrecadar doações. Neste dia, o Hospital Infantil, que tem um setor exclusivo para administrar doações e o voluntariado, aproveita para agradecer a todos que de alguma forma se doaram para oferecer mais conforto e qualidade de vida aos pacientes e acompanhantes.

De acordo com a coordenadora do setor de Ações Sociais do Hospital Infantil, Quésia de Araújo Grellmann, graças ao apoio de doadores e voluntários, a instituição consegue realizar um atendimento de excelência aos pacientes e acompanhantes. “Nós temos vários exemplos de parceiros, anjos que nos ajudaram e ajudam a fazer um atendimento humanizado e diferenciado às crianças e adolescentes. Nós só temos a agradecer a cada um deles”, reforça Quésia.

Realizado desde 2013 no Brasil, o Dia de Doar teve como inspiração o GivingTuesday, movimento surgido em 2012 nos Estados Unidos para contrapor, com solidariedade, a Black Friday, quando o varejo oferece grandes descontos, incentivando o consumo.

Naninhas do bem

Com uma boa dose de solidariedade e uma pitada de amor, um pedaço de tecido e alguns aviamentos podem se transformar em um lindo chaveiro. Mais do que ensinar técnicas de patchwork, o grupo Naninhas do Bem atua no Hospital Infantil para proporcionar aos pacientes e acompanhantes um momento de descontração e aprendizado através de oficinas.

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O grupo, que faz trabalho voluntário há três anos no hospital, começou produzindo travesseiros tipo naninhas para entregar de presente no Dia das Crianças. As naninhas fizeram tanto sucesso que o grupo começou a fazer para vender no bazar do hospital junto com guirlandas, pano de pratos, entre outros artesanatos. Os recursos arrecadados na venda das peças são utilizados em projetos sociais da instituição.

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Mas as Naninhas do Bem foram além da doação de artesanatos e virou uma oficina. Uma vez por mês, Lucemara Pensky Narloch e mais duas integrantes do grupo ensinam as técnicas para que os pacientes e acompanhantes confeccionem seu próprio artesanato. “Para nós é muito gratificante esse trabalho. Sempre que terminamos a oficina, as mães nos agradecem muito pelo momento de descontração, pelo o que elas aprenderam na oficina e até pelas conversas durante o processo de confecção. Isso nos deixa realizadas”, relata Lucemara.

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Um polvo de amor

Você já ouviu falar em “Um Polvo de Amor”? É um projeto que surgiu na Dinamarca em 2013 e consiste em levar polvos feitos de crochê para recém-nascidos prematuros que precisam de incubadora, com o objetivo de acalmar os bebês. No Hospital Infantil, o Polvo de Amor é distribuído não apenas para os pacientes da UTI Neonatal, mas para todos os pacientes internados. Mais de mil polvos já foram entregues às crianças do hospital.

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Desde o ano passado, um grupo de 40 voluntárias produzem os polvos de crochê. Uma vez por mês, é realizado um encontro para reunir todos os polvos produzidos e distribuir os materiais, provindos de doação, para a produção de mais peças. Para a voluntária Íris Bomkowski, é gratificante fazer parte deste projeto. “Eu fico feliz porque vejo a felicidade das crianças ao receber o novo amiguinho”, declara. O paciente Iago Francisco de Moura, 3 anos, ficou tão contente com seu Polvo de Amor que até deu um nome ao bichinho que passou a se chamar Feibe.

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Para confeccionar os polvos é preciso ter alguns cuidados especiais como, por exemplo, o tamanho dos tentáculos e da cabeça do polvo tem que ser padronizado, os materiais utilizados são específicos para não causar alergia, os olhos e boca precisam ser bordados, já que não pode ter botões ou miçangas. Para garantir a segurança dos pacientes que recebem os polvos, todos passam por um controle de qualidade e são utilizados somente os que estão no padrão.

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A Rádio Jovem Pan de Joinville, em parceria com a Círculo S/A, realizou uma aula gratuita para 30 pessoas com o intuito de confeccionar perucas de crochês com a professora Bruna Szpisjak, do canal Aprendiz de Crocheteiras. A ação fez parte da Rede Solidária, ação do McDia Feliz 2018 em Joinville. Nesta semana, as perucas foram distribuídas para os pacientes do setor de Oncologia com a participação de funcionários da rádio que além de entregar o presente, interagiram e brincaram com as crianças.

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Banda Menos Um

Levar alegria através da música é um dos objetivos da Banda Menos Um, que desde fevereiro, faz trabalho voluntário no Hospital Infantil. De quarto em quarto, ao som de violão e trompete, os integrantes da banda abrem o sorriso e soltam a voz para animar as crianças internadas e seus acompanhantes.

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A banda foi formada há 11 anos e, desde 2014, realiza projetos sociais com crianças. No Hospital Infantil, a banda começou a atuar após participar do projeto Somos Gratidão que beneficiou a instituição com recursos da venda de um CD que reuniu artistas de Joinville e região. Para Michel Platini de Avila, integrante da banda, o trabalho voluntário transformou seu jeito de ver a vida. “Eu me tornei uma pessoa melhor quando comecei a fazer trabalhos sociais e o Hospital Infantil me ajudou ainda mais a valorizar as coisas mais importantes da vida”, revela.

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E para quem está curioso para saber o que significa Menos Um, Michel conta que surgiu a partir de uma passagem bíblica. “A gente parte da ideia de que nas dificuldades da vida muitos podem te abandonar, menos um que é Deus”, esclarece.

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Um trabalho escolar envolvendo alunos do oitavo ano do Colégio Bom Jesus beneficiou os pacientes da Oncologia do Hospital Infantil. A proposta de Adriana Peters, professora de Filosofia, foi a elaboração de um projeto com o tema #escolhaagentileza. A gentileza escolhida por uma das equipes composta por quatro alunos foi confeccionar perucas de lã com temas relacionados a personagens infantis. “O resultado foi visível aos olhos, tanto para os nossos alunos que ficaram sensibilizados, como para as crianças que ficaram felizes ao receber o presente”, conta a professora. O intermédio entre a escola e o hospital foi feito pela Dra. Simone Mueller, dermatologista na instituição, que também auxiliou no projeto dos estudantes.

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